"A
situação dos amigos mais próximos de Temer também parecia definida, com
Romero Jucá no Planejamento, Eliseu Padilha na Casa Civil, Geddel
Vieira Lima na articulação política e Henrique Eduardo Alves no Turismo.
Nas últimas horas, porém, cresceu número dos que alertam Temer para
pensar duas vezes antes de nomear investigados na Lava Jato – caso de
Romero Jucá e Henrique Alves. Geddel foi mencionado colateralmente", diz
Chagas.
Segundo
a jornalista do blog Os Divergentes, o argumento dos conselheiros de
Temer é que, depois da decisão do STF de afastar Eduardo Cunha, ninguém
mais está a salvo de nada. "E que a tendência da Suprema Corte, agora, é
tratar todos os políticos com rigor. Nomear ministros que daqui a
algumas semanas ou poucos meses podem se transformar em réus seria um
constrangimento desnecessário", diz ela.
"Como,
em tese, ninguém foi convidado oficialmente, e muito menos confirmado,
não haverá supresa se houver mudanças de rumo no Planejamento, Turismo e
outras pastas", acrescenta.
Leia na íntegra o texto.