1 — Elmar Nascimento (DEM/BA);
2 — Evair de Melo (PV/ES);
3 — Paulo Pereira (SD/SP) — Paulinho da Força;
4 — Jovair Arantes (PTB/GO) — Relator da Comissão de Impeachment;
5 — Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG);
6 — Jhonatan de Jesus (PRB/RR);
7 — Pr. Marco Feliciano (PSC/SP);
8 — Shéridan (PSDB/RR);
9 — Eros Biondini (PROS/MG);
10 — Fernando Coelho (PSB/PE);
11 — Fernando Francischini (SD/PR);
12 — Jerônimo Goergen (PP/RS);
13 — Rodrigo Maia (DEM/RJ);
14 — Rogério Rosso (PSD/DF) — Presidente da Comissão de Impeachment;
15 — Ronaldo Fonseca (PROS/DF);
16 — Mauro Mariani (PMDB/SC);
17 — Jutahy Junior (PSDB/BA);
18 — Leonardo Quintão (PMDB/MG);
19 — Carlos Sampaio (PSDB/SP);
20 — Weliton Prado (PMB/MG);
21 — Lucio Vieira Lima (PMDB/BA);
22 — Laudivio Carvalho (SD/MG);
23 — Paulo Maluf (PP/SP);
24 — Mendonça Filho (DEM/PE);
25 — Julio Lopes (PP/RJ);
26 — Benito Gama (PTB/BA);
27 — Danilo forte (PSB/CE);
28 — Bruno Covas (PSDB/SP);
29 — Luiz Carlos Busato (PTB/RS);
30 — Marcelo Aro (PHS/MG);
31 — Marcelo Squassoni (PRB/SP);
32 — Marcos Montes (PSD/MG);
33 — Nilson Leitão (PSDB/MT);
34 — Osmar Terra (PMDB/RS);
35 — Alex Manente (PPS/SP);
36 — Bruno Araujo (PSDB/PE);
37 — Eduardo Bolsonaro (PSC/SP);
38 — Tadeu Alencar (PSB/PE).
2 — Evair de Melo (PV/ES);
3 — Paulo Pereira (SD/SP) — Paulinho da Força;
4 — Jovair Arantes (PTB/GO) — Relator da Comissão de Impeachment;
5 — Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG);
6 — Jhonatan de Jesus (PRB/RR);
7 — Pr. Marco Feliciano (PSC/SP);
8 — Shéridan (PSDB/RR);
9 — Eros Biondini (PROS/MG);
10 — Fernando Coelho (PSB/PE);
11 — Fernando Francischini (SD/PR);
12 — Jerônimo Goergen (PP/RS);
13 — Rodrigo Maia (DEM/RJ);
14 — Rogério Rosso (PSD/DF) — Presidente da Comissão de Impeachment;
15 — Ronaldo Fonseca (PROS/DF);
16 — Mauro Mariani (PMDB/SC);
17 — Jutahy Junior (PSDB/BA);
18 — Leonardo Quintão (PMDB/MG);
19 — Carlos Sampaio (PSDB/SP);
20 — Weliton Prado (PMB/MG);
21 — Lucio Vieira Lima (PMDB/BA);
22 — Laudivio Carvalho (SD/MG);
23 — Paulo Maluf (PP/SP);
24 — Mendonça Filho (DEM/PE);
25 — Julio Lopes (PP/RJ);
26 — Benito Gama (PTB/BA);
27 — Danilo forte (PSB/CE);
28 — Bruno Covas (PSDB/SP);
29 — Luiz Carlos Busato (PTB/RS);
30 — Marcelo Aro (PHS/MG);
31 — Marcelo Squassoni (PRB/SP);
32 — Marcos Montes (PSD/MG);
33 — Nilson Leitão (PSDB/MT);
34 — Osmar Terra (PMDB/RS);
35 — Alex Manente (PPS/SP);
36 — Bruno Araujo (PSDB/PE);
37 — Eduardo Bolsonaro (PSC/SP);
38 — Tadeu Alencar (PSB/PE).
Pesquisa realizada pelos
órgãos sérios de comunicação junto ao Ministério Público Federal (não inclui a
Globo) revela que dos 38 parlamentares que votaram pelo impeachment, 35 deles
estão na mesma condição de Cunha, respondendo processos na justiça pela prática
de crimes de corrupção, incluindo desvios de dinheiro público e formação de
quadrilhas. Seus nomes nunca foram divulgados pela TV Globo por serem filiados
ao PSDB e PMDB, e protegidos de Moro e Gilmar Mendes.
Afinal, o juiz Sérgio
Moro tem razões de sobra para ser parcial na Operação Lava Jato, engavetando os
processos que condenam os políticos dos aludidos partidos, e denunciando
somente os integrantes do PT, pois, segundo boatos, seu pai é apontado como um dos
fundadores do PSDB, no Paraná.
A
elite branca brasileira os tem como “heróis”, mas os jornais americanos e de
outros países do mundo taxa-os de “vilões” e “ciminosos”. Ver link abaixo:
http://participardapolitica.