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O
histórico de fidelidade dos partidos do “centrinho” mostra que o
Planalto arrisca muito ao apostar suas fichas em PR, PP e PSD. Em
decisões recentes importantes para Dilma Rousseff, os três partidos têm
dado menos da metade de seus votos ao governo — e até dirigentes das
siglas têm consciência de que o índice não deve melhorar muito agora. O
PP, por exemplo, promete entregar até 30 dos 51 deputados, mas
estimativas mais conservadoras veem um limite de 11 votos pró-governo.
A
assinatura de empréstimos de Estados com bancos públicos se tornou um
item tentador para melhorar o humor de governadores e fazer com que eles
busquem votos em favor de Dilma nas suas bancadas.
O
governador Robson Faria (PRB-RN) esteve em Brasília durante a semana
para cobrar a liberação de R$ 850 milhões do Banco do Brasil. (Painel - Folha de S.Paulo)
