A liderança do Democratas na Câmara dos Deputados, Pauderney Avelino
(AM), e no Senado, Ronaldo Caiado (GO), entraram com mandado de
segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir um "balcão de
negócios" do governo. Os parlamentares sustentam que a modalidade foi
aberta numa tentativa de o governo da presidente Dilma Rousseff (PT)
impedir o processo de impeachment. "Não se pode permitir que o governo
desobedeça mais esse preceito constitucional em sua tática desesperada
de manter-se no poder", disse Avelino, citando a distribuição de emendas
parlamentares como barganha. "Mesmo depois de ter cortado bilhões de
áreas como Educação e Saúde, pretende agora liberar R$ 6 bilhões por
meio de emendas direcionadas a quem defender a presidente do
impeachment", acrescentou.