A defesa da presidente Dilma Rousseff no Senado poderá ser feita por
um advogado particular e não mais pelo advogado-geral da União,
ministro José Eduardo Cardozo. De acordo com o site Jota, a presidente
ainda pode ser defendida pelo próximo ministro da AGU, isso porque, se
for afastada do cargo, por 180 dias, Michel Temer, já como presidente,
deve exonerar Cardozo do cargo na AGU e nomear outra pessoa. O ministro
da AGU deverá cumprir uma quarentena assim que Dilma deixar o cargo. O
novo advogado que assumir a defesa de Dilma, após a formalização da
abertura do processo de impeachment no Senado, terá como missão provar
que a presidente não cometeu crime de responsabilidade.