Ricardo Boechat - IstoÉ
Na
segunda-feira 11, em Brasília, a bancada do PSB fará reunião para
decidir se está ou não com Dilma Rousseff. Desde 2013 o partido saiu da
base aliada. A questão agora é o impeachment. A maioria dos 33
deputados é a favor da saída da presidente, em função do desequilíbrio
fiscal.
As
centrais sindicais mobilizam atos diários de apoio à Dilma. Mesmo que
os eventos reúnam uma platéia de “evangelizados”. O que vale é replicar
as imagens de aplausos entusiásticos à presidente nas redes sociais e na
mídia.
Já
o cancelamento da viagem de Dilma à Cúpula sobre Segurança Nuclear nos
EUA confundiu a participação do Brasil no evento. Na reunião com a
secretária de Comércio Penny Pritzke, o ministro da Indústria, Armando
Monteiro, disse não ter poderes para discutir a proposta americana, de
aumentar o número de aeroportos brasileiros que recebem vôos dos EUA.
Pritzke reagiu surpresa. Em outro momento, o secretário dos Transportes
dos EUA, Anthony Foxx, esperou pelo secretário de Portos, Helder
Barbalho. O brasileiro não foi nem justificou.