sábado, 27 de fevereiro de 2016

EX-PREFEITO JUVENILSON PASSOS, ESCLARECE, VERDADEIRAMENTE!




  A matéria veiculada me parece escrita, montada e enviada por alguém da prefeitura, com acréscimo político do jeito que lhes interessa. Porém, o caso cabe recurso, o meu advogado está concluindo esse recurso para protocolarmos com o objetivo de revertermos à situação nas condições em que teve o ultimo julgamento. Sei que o meu governo cometera falha técnica nessa questão e em outras, e, sabemos também, que alguém do grupo que está no governo desde 2009, encontrou uma oportunidade para ajudar me prejudicar e aproveitou-a com “unhas e dentes” como é da natureza deles.
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> Juvenilson Passos dos Santos – Coordenador regional da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Governo da Bahia.
Eu, Juvenilson Passos dos Santos, venho a público esclarecer sobre o julgamento no TRF-1: o município foi contemplado com recurso para a construção de um Posto de Saúde da Família no bairro Bela Vista I, a secretária Ednir Assis sugeriu mudar o local para o povoa do Piri, com o argumento lógico de descentralizar o atendimento a população, pois, na sede já havia o Hospital Municipal e os programas preventivos em funcionamento normal - foi feito a solicitação de alteração do projeto, o Ministério da Saúde aprovou e a obra foi construída – em seguida o município foi contemplado com o recurso para a compra dos acessórios – a compra foi realizada e inauguramos a obra em 2008, ultimo ano do nosso segundo mandato; Em seguida o Ministério da Saúde fez a chamada “Tomada de Conta Especial”, já em 2009, sentiu falta de determinados equipamentos, notificou a prefeitura referindo-se ao primeiro endereço (do bairro Bela Vista I), e, alguém da prefeitura informou que não existia essa obra –e com muito atraso fui notificado, e a única coisa que eu pude apresentar foram notas das compras e fotografias da época da inauguração – a então secretária de saúde, eu e outras pessoas fomos interrogados sobre o caso e demos as explicações, porém, o ultimo julgamento, mostra que não foram aceitas pela justiças, as nossas informações.