Paulo Roberto
contou que, a seu pedido, Ildefonso Colares, presidente da empreiteira
Queiroz Galvão, pagou o acerto com Fonte e Guerra.
A Queiroz
Galvão, segundo Paulo Roberto Costa, estava no centro das acusações de
irregularidades a serem investigadas pela CPI, na época.
A Queiroz
Galvão reiterou sua resposta padrão: “todas as doações realizadas pela
empresa seguem rigorosamente a legislação eleitoral”.
A coluna procurou insistentemente o líder do PP, Eduardo da Fonte, mas ele não retornou as ligações até o fechamento da edição(.Do blog Diário do Poder - (Cláudio Humberto)