O
esforço para localizar Henrique Pizzolato é mais animado nas páginas
dos jornais brasileiros do que na Itália, onde ele se refugiou antes de
receber o mandado de prisão. A Polícia Criminal, ligada ao
Ministério do Interior daquele país, assumiu a postura de quem
considera que Pizzolato está em pleno exercício da sua cidadania
italiana e dá sinal de que não pretende ajudar a localizá-lo. Quando o adido da Polícia Federal na embaixada brasileira em Roma fez um pedido formal para monitorar o refugiado brasileiro, a resposta foi equivalente a nem pensar.
Ministério do Interior daquele país, assumiu a postura de quem
considera que Pizzolato está em pleno exercício da sua cidadania
italiana e dá sinal de que não pretende ajudar a localizá-lo. Quando o adido da Polícia Federal na embaixada brasileira em Roma fez um pedido formal para monitorar o refugiado brasileiro, a resposta foi equivalente a nem pensar.
A Polícia Federal investiga, no Brasil, possíveis alterações no
patrimônio em imóveis de Henrique Pizzolato. Os policiais acreditam
que Pizzolato não iria deixar o país de bolsos vazios e tem procurado
informações sobre uma venda fora do eixo Rio-São Paulo. Pizzolato
tinha um patrimônio declarado de R$ 2 milhões em imóveis em 2003,
quando tomou posse como diretor do Banco do Brasil.
patrimônio em imóveis de Henrique Pizzolato. Os policiais acreditam
que Pizzolato não iria deixar o país de bolsos vazios e tem procurado
informações sobre uma venda fora do eixo Rio-São Paulo. Pizzolato
tinha um patrimônio declarado de R$ 2 milhões em imóveis em 2003,
quando tomou posse como diretor do Banco do Brasil.