O caso da professora universitária
Amanda Figueiroa, que foi gravemente espancada pelo ex-namorado,
repercutiu com força na reabertura dos trabalhos da Casa Plínio Amorim
no dia de ontem (5).
Enquanto o vereador Adalberto Filho, o ‘Betão’ (PSL), disse que homem que bate em mulher “não deveria ser chamado de homem”, a vereadora Maria Elena (PSB) – uma das duas mulheres da Casa nessa legislatura – foi ainda mais além.
Ela disse que o agressor da professora era “um animal travestido de homem”. Maria Elena disse ainda que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal (quando for formada) será solidária a Amanda. (Fonte Carlos Britto)
