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De olho na eleição de 2014, o PT baiano já se prepara para a eleição
do novo comando do Diretório Estadual. A sigla deve seguir a conjuntura
nacional petista que também passará por mudanças em novembro, quando
ocorre o Processo de Eleição Direta (PED).
Com a perspectiva de novo embate pelo poder no Estado, daqui a
dois anos, quando o governador Jaques Wagner deixará o Executivo, vários
nomes devem surgir para a presidência da agremiação, considerada a
maior em âmbito estadual, atualmente, elevando o clima de disputa
interna. Antes disso, no próximo mês, os partidários devem se reunir em um congresso, que deve acontecer em Brasília ou São Paulo.
Segundo Jonas Paulo, atual presidente petista em solo baiano, o grande desafio do partido será o de “consolidar o projeto da mudança”, iniciado por Wagner.
Já em todo o país, haverá uma discussão em torno dos 10 anos do PT no
poder, da reforma política e da democratização da mídia. “Vamos
conduzir e galvanizar o debate dessas temáticas que deve ser debatido
pela sociedade brasileira. O atual sistema político se esgotou. Não
podemos repetir os interesses da velha política”, disse Jonas, se
referindo à reforma política.
Jonas não adiantou como será a escolha do novo presidente. Ele não pode mais ser candidato
por estar no segundo mandato. O primeiro foi de dois anos e o último de
quatro anos. No entanto, conforme o dirigente essa definição será
paralela a discussão dos nomes para 2014. “O entendimento será global,
sobretudo entre as forças mais presentes do partido”, disse.
O líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Yulo Oiticica defendeu mudanças no processo. Segundo ele, a escolha
