![]() |
Uma ação civil pública contra a União foi movida pelo Ministério
Público Federal (MPF) em Pernambuco solicitando que a Justiça Federal
conceda o afastamento cautelar do ministro da Saúde, Ricardo José
Magalhães Barros, além da permanência de contrato com a Empresa
Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e a interdição da
transferência de tecnologia para processamento de plasma para o estado
do Paraná. "O intento do Ministério da Saúde viola frontalmente os
princípios da Administração Públicos inscritos na Constituição da
República, notadamente o da eficiência e moralidade", disse a
procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes, responsável pela
ação. De acordo com a procuradora o ministro da Saúde, Ricardo Barros,
assumiu publicamente o interesse político em levar o "mercado de sangue"
para o Paraná. De acordo com a ação, o ministro busca "esvaziar" as
atribuições institucionais da Empresa Brasileira de Hemoderivados e
Biotecnologia para atrair a seu estado, o Paraná, a produção e
industrialização de hemoderivados essenciais ao Sistema Único de Saúde
(SUS) e que são produzidos pela Hemobrás.
