Chico Ferreira

Pesquisar este blog


.

sábado, 23 de setembro de 2017

Petistas querem Dilma candidata ao Senado em Minas


Com mudança de domicílio eleitoral, ela pode enfrentar Aécio Neves novamente
O Globo – Eduardo Bresciani

Dirigentes petistas desejam que a ex-presidente Dilma Rousseff altere seu domicílio eleitoral e dispute as eleições de 2018 como candidata ao Senado em Minas Gerais. A mudança teria de ocorrer até o dia 7 de outubro deste ano, pelo calendário eleitoral. Entre os argumentos, está a vitória que Dilma teve na disputa presidencial de 2014 naquele estado enfrentando Aécio Neves (PSDB), titular de uma das duas vagas no Senado que está em disputa e que ainda não decidiu se buscará a reeleição. Atualmente, a ex-presidente tem domicílio eleitoral no Rio Grande do Sul.
A ida de Dilma para Minas foi defendida ao GlLOBO por petistas mineiros e gaúchos, além de outros integrantes da executiva do partido. Petistas afirmam que teria aumentado a disposição dela de disputar uma vaga de senadora, mas ela ainda resiste a alterar o domicílio eleitoral.
A ex-presidente enfrentaria dificuldades no Rio Grande do Sul. O senador Paulo Paim (PT) é titular de uma das vagas em disputa e é tido como um candidato forte para a reeleição. Ocupar a outra vaga ao Senado com Dilma na chapa dificultaria para o PT a composição com outras forças políticas para a disputa no estado. Além disso, a ex-presidente não aparece em boa posição nas pesquisas em que seu nome foi testado.
Em Minas, porém, diversos fatores positivos se aglutinariam. Pesquisa feita recentemente indica uma viabilidade maior da candidatura. A possibilidade de ter um novo enfrentamento direto com Aécio poderia motivar a militância. Em 2014, Dilma venceu o segundo turno em Minas com uma diferença de 550 mil votos. Além disso, ela disputaria a eleição tendo um amigo na chapa, o atual governador Fernando Pimentel, que deve buscar a reeleição. Um dos principais aliados de Pimentel, o deputado estadual Rogério Correia destaca o desejo da mudança entre os mineiros.
- O PT nunca elegeu um senador aqui em Minas. Para nós seria uma honra tê-la como candidata – afirmou Correia ao GLOBO.
Dilma nasceu em Minas Gerais e morou em Belo Horizonte até a juventude, quando foi perseguida e presa na ditadura militar. Ela partiu depois para Porto Alegre, onde se estabeleceu e fez carreira política atuando como secretária na prefeitura e no governo estadual. Dilma, porém, nunca chegou a disputar um cargo eletivo no estado.
Diante das dificuldades do cenário gaúcho, chegou-se a cogitar no PT uma mudança do domicílio da ex-presidente para o Rio. A mãe de Dilma tem um apartamento na capital fluminense e a ex-presidente tem se dividido entre a cidade e Porto Alegre. Essa ideia, porém, não avançou porque Lindbergh Farias é titular de uma das vagas em disputa para o Senado e ainda não decidiu se partirá para a reeleição.
A ex-presidente só poderá ser candidata em 2018 porque o Senado decidiu fatiar a votação do impeachment no ano passado. Assim, ela permaneceu habilitada a ocupar cargos públicos e disputar eleições, diferente do que ocorreu com Fernando Collor em 1992. A ideia de uma candidatura passou a ser cogitada com o passar do tempo e no PT há a avaliação de que a eleição dela para o Senado seria importante para reforçar o discurso do partido de que o impeachment teria sido um “golpe”.

JBS ofereceu R$ 1 milhão a filha de ministro do STJ





Sem êxito - O ministro negou a existência de qualquer parceria entre sua filha e advogados da JBS (Roberto Jayme/ASICS/TSE)

E-mail mostra que advogada da empresa enviou proposta a Anna Carolina Noronha, filha de João Otávio Noronha, em envelope branco
VEJA – Rodrigo Rangel e Daniel Pereira
Há duas semanas, VEJA revelou mensagens em que advogados da JBS traçavam estratégias que sugeriam negociação de sentenças em tribunais superiores. Em um dos casos relatados, o diretor jurídico do grupo, Francisco de Assis e Silva, combinava com a advogada Renata Araújo, contratada pela empresa para atuar nos processos em curso nas cortes de Brasília, os detalhes de uma proposta a ser feita a Anna Carolina Noronha, a Ninna, advogada e filha do ministro João Otávio Noronha, um dos mais antigos integrantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o atual corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro tinha em mãos um processo milionário de interesse do conglomerado.
Nas mensagens ficava acertado que eles fariam uma proposta financeira pela ajuda de Ninna: 100.000 reais mais 1% do valor da causa se houvesse êxito. Ouvido, João Otávio Noronha, que chegou a proferir uma decisão contra o pleito da JBS, rechaçou qualquer possibilidade de parceria entre sua filha e a advogada Renata.
De um conjunto de documentos em poder do Ministério Público Federal, surgiu outra evidência de que, no mínimo, a proposta financeira foi feita à filha do ministro. VEJA teve acesso a um e-mail de dezembro de 2015 no qual Renata Araújo deixa claro que já havia conversado com Ninna Noronha sobre dois processos, fixa os valores que ela receberia em caso de sucesso e expõe o método que seria utilizado para manter tudo isso em segredo.
Procurada, Anna Carolina Noronha negou ter atuado em processos relatados pelo pai ou feito qualquer parceria com a advogada Renata Prado.

Agora é tarde: Cunha quer falar mas já ninguém ouve




Eduardo Cunha está cortando um dobrado para fechar sua delação premiada com a Lava Jato. O ex-deputado até ofereceu um invejável calhamaço de revelações, com mais de 100 anexos. Mas o material foi recusado, já que não incluiu seus próprios crimes, como exigem os promotores federais. Sem isso, as chances de um acordo são nulas. E, sem a delação, as penas que aguardam o “Caranguejo” são do “padrão Sérgio Cabral”.
É ingenuidade imaginar que os muitos larápios alcançados pelas operações de combate à corrupção tenham se purificado. Como continuam sendo o que sempre foram, surgiu entre eles um “mercado” de compra e venda de delações. Figuras que já estão com a corda do Ministério Público no pescoço têm cobrado “apoio financeiro” de antigos cúmplices, alegando despesas com advogados e familiares. Um deputado com diversos crimes ainda não expostos analisa a proposta de pagar R$ 2 milhões a um “preso amigo” para não ser denunciado. A um senador, na mesma situação, a oferta foi de R$ 3 milhões.

Temer comemora aniversário e amanhã reúne aliados




O presidente Michel Temer comemorou neste sábado (23) seu aniversário de 77 anos com familiares e amigos e deve promover reunião neste domingo (24) com ministros e parlamentares da base aliada.
Na capital paulista, ele tomou café da manhã com as filhas e netos. No início da tarde, embarcou para Brasília, onde passará o resto do dia com a primeira-dama, Marcela Temer, e com o caçula, Michel Filho.
Durante o dia, o peemedebista recebeu telefonemas de auxiliares e aliados desejando-lhe felicidades e sorte em sua administração.
Neste domingo (24), o peemedebista pretende promover encontro para discutir a estratégia da tramitação de denúncia contra ele por obstrução judicial e organização criminosa.
Para a reunião, deputados da base governista discutem levar um bolo de aniversário para o presidente.
Com o envio da denúncia à Câmara dos Deputados, o Palácio do Planalto começou na sexta-feira (22) a fazer o mapa de votações na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
A meta estipulada pela equipe política é conseguir pelo menos 43 votos favoráveis ao peemedebista na comissão parlamentar.
A aposta do Palácio do Planalto é que o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), indique para a relatoria um nome da base governista, mas que não seja tão afinado ao presidente.
A equipe presidencial dá como certo que não será nem um nome do PMDB nem um nome do PSDB.
O presidente quer concluir a tramitação em plenário no início da segunda quinzena de outubro, possibilitando, assim, que a reforma previdenciária seja votada antes de novembro.

POETA ZERC VICENITI LANÇA DOIS LIVROS: POESIAS DIVERSAS E CANTOS DO DIA A DIA


Euclides da Cunha: Assassino confesso de auditor fiscal é preso pela polícia

O elemento Jânio dos Reis Santos, mais conhecido como “Geninho”, autor-confesso da tentativa de homicídio seguido de morte de Emmanuel Campos Filho (Manelão), auditor fiscal aposentado foi preso pela 25ª Coorpin.
Geninho havia pedido de prisão temporária decretado, com prazo de 30 dias, mas poderá ser colocado em liberdade, caso não seja renovada a ordem judicial decretada pelo Juízo Criminal da Comarca de Tucano, a pedido do delegado Dr. Thiago Alves, delegado da cidade de Tucano.
O mandado de prisão foi cumprido por uma equipe da 25ª Coorpin, formada pelo delegado Vitor Tenório e os agentes investigadores Raphael Rangel (chefe do S.I.) e Moura.
Geninho se encontra custodiado no xadrez da carceragem do Complexo Policial Civil de Euclides da Cunha, à disposição da Justiça da Comarca de Tucano, município onde ocorreu o crime.

Cabral gastou R$ 10 milhões só em jóias


Quem merece os tanques de guerra?

Jornal do Brasil
O ex-governador Sérgio Cabral gastou R$ 10 milhões só em joiasFoi condenado a penas que somadas chegam, até o momento, a 59 anos. 
Também enfrentam acusações Sergio Andrade, Otavio Azevedo, Pedro Novis, Marcelo Odebrecht, Sérgio Côrtes, Fernando Cavendish, Wilson Carlos, Hudson Braga, Carlos Miranda, Carlos Jardim Borges, Alexandre Pinto, Marco Antônio de Luca, entre outros. Políticos e empresários.
O ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes pede para delatar para diminuir sua pena. Em telefonema, fala com empresário: "Nossas putarias têm que continuar".
Bandidos se mudam para Rocinha. Os "escroques", como disse o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, se mudam para Portugal.
O Rei do Ônibus Jacob Barata é preso acusado de esquema de corrupção no transporte do Rio.
Precisam de mais razões para o Rio ter uma Rocinha incendiada? Quem são os maiores bandidos?

Delatores negam vínculo a apartamento alugado por Lula




Delatores da Odebrecht negam ter relação com o apartamento vizinho ao que o ex-presidente Lula mora em São Bernardo do Campo (SP), que, segundo denúncia do Ministério Público Federal, foi comprado com dinheiro da empreiteira.
A aquisição do apartamento é um dos pontos da acusação na ação que o ex-presidente responde sob suspeita de receber propina da Odebrecht por meio da compra de um imóvel onde seria construída a sede do Instituto Lula.
O caso deve ser sentenciado pelo juiz Sergio Moro nos próximos meses.
Os delatores da empreiteira admitiram a participação na compra do imóvel destinado ao instituto, mas dizem que desconhecem a transação do apartamento.
Ocupado pelo ex-presidente, ele foi comprado em 2010 pelo engenheiro Glaucos da Costamarques, amigo em comum do petista com o pecuarista José Carlos Bumlai, réu na Lava Jato.
De acordo com a acusação, Costamarques era um intermediário na operação, já que havia recebido anteriormente R$ 800 mil da DAG Construtora, que por sua vez tem ligações com a Odebrecht.
Um contrato de locação do imóvel foi firmado em 2011 entre o engenheiro e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro. O Ministério Público Federal, porém, afirma que o aluguel por anos não foi pago pelo casal, configurando um favorecimento ao ex-presidente. Costamarques disse em depoimento que só passou a receber os aluguéis após a prisão de Bumlai, em 2015.
A defesa de Lula até agora não apresentou comprovantes de pagamento pela locação, embora sustente que os valores foram sempre declarados no Imposto de Renda.
No depoimento do petista no último dia 13, Sergio Moro demonstrou contrariedade com a falta de comprovação desses pagamentos e insistiu em perguntas sobre o assunto com Lula, indicando que isso pode ser um elemento importante na sentença.
O petista disse apenas que as contas pessoais ficavam sob responsabilidade da ex-primeira-dama e que nunca chegou a ele reclamação sobre aluguéis não pagos.
TERRENO

Ministro do STF autoriza inquérito para investigar Lindbergh Farias


Ministro do STF autoriza inquérito para investigar Lindbergh Farias


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, autorizou na sexta-feira (22) instauração de inquérito para investigar o senador Lindbergh Faria (PT-RJ). A apuração se dará no âmbito de um desdobramento da Operação Lava Jato. O parlamentar é suspeito de corrupção passiva. Como o caso está em segredo de Justiça, não há mais detalhes sobre o inquérito. Em nota, o senador disse que tem "absoluta certeza que este inquérito terá como destino o seu arquivamento".

Cunha vai à Justiça tentar anular delação de Lúcio Funaro, diz coluna


Cunha vai à Justiça tentar anular delação de Lúcio Funaro, diz coluna


O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vai recorrer à Justiça para tentar anular a delação premiada do doleiro e seu antigo operador Lúcio Funaro. De acordo com informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, o peemedebista afirmou a aliados que trechos de sua proposta de delação, rejeita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), foram anexados ao acordo do doleiro. Aos interlocutores, Cunha garantiu que tem elementos para provar que Funaro relatou em sua colaboração fatos aos quais não tinha acesso suficiente para conhecer em detalhes. A delação do operador é peça-chave da nova denúncia contra o presidente Michel Temer. Ainda segundo a publicação, o ex-deputado já começou a reunir o material que vai sustentar seu questionamento. Procurada, a defesa do corretor disse que não comentaria assunto relacionado ao acordo e que só se manifestaria em juízo.

Ex-advogada da JBS nega ter trocado informação privilegiada com procurador


Ex-advogada da JBS nega ter trocado informação privilegiada com procurador


A advogada Fernanda Tórtima contou, na última sexta-feira (22), sobre o encontro com Sidney Pessoa Madruga, da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília (entenda aqui). Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, que teve acesso à conversa, a advogada estava abalada e chorando. Ela relatou que se limitou a dialogar com o procurador apenas sobre assuntos palpitantes "que estão nos jornais", sem trocar informações privilegiadas. Aos amigos, Tórtima contou que quando Madruga citou que Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete de Rodrigo Janot, poderia ser investigado, estava fazendo referência à CPI da JBS, ao invés da PGR.

Presidente do TRE-BA ordena afastamento do prefeito e do vice-prefeito de Iaçu



Presidente do TRE-BA ordena afastamento do prefeito e do vice-prefeito de Iaçu

Prefeito Adelson de Oliveira | Foto: Divulgação
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, determinou que o prefeito e o vice-prefeito de Iaçu, Adelson Oliveira (PPS) e Carlito de Vavá (PCdoB), respectivamente, sejam afastados do cargo. Na decisão, expedida no dia 18 de setembro, Rotondano argumenta que a cassação dos diplomas dos eleitos foi confirmada duas vezes, a última em agosto pelo próprio TRE e, por isso, não é necessário que eles se mantenham nos postos até o julgamento de eventuais recursos interpostos pela defesa. “A cassação dos diplomas foi confirmada duas vezes, e, dessa maneira, não se vê motivo razoável para manter as requerentes nos respectivos cargos até julgamento de eventuais embargos declaratórios, recurso que sequer existe ainda”, justificou o presidente da Corte Eleitoral. A chapa majoritária foi condenada por fraude na convenção partidária. Com a decisão, o presidente da Câmara Municipal, vereador César do Carvão, assume a prefeitura da cidade.

Maia sinaliza que não deve fatiar denúncia contra Temer e ministros


Maia sinaliza que não deve fatiar denúncia contra Temer e ministros


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou que não deve fatiar a denúncia contra o presidente Michel Temer. Ou seja, as acusações imputadas ao peemedebista devem ser analisadas pela Casa juntamente às contra os ministros também denunciados. Segundo informações do blog do Camarotti, do G1, Maia fez a avaliação depois que técnicos da área jurídica da própria Câmara passaram a avaliar o fatiamento da denúncia, separando os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). Temer é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça. Moreira e Padilha, de organização criminosa. Igualmente ao caso do presidente da República, o Supremo Tribunal Federal (STF) só poderá analisar a denúncia contra os ministros se a Câmara autorizar. Parlamentares do Centrão passaram a defender o fatiamento da denúncia (entenda aqui).

Cássio pede ajuda a Aécio para presidir o PSDB



Veja
Dificilmente, alguém tirará de Marcone Perillo a presidência do PSDB. Ele disputará o posto com Tasso Jereissati, atual comandante da sigla.
Aécio Neves, porém, recebeu mensagens de correligionários pedindo que ele trabalhe em favor do nome de Cássio Cunha Lima, que, pelo menos por ora, não está na corrida.
Cunha Lima andava afinado com Aécio até outro dia, mas a relação ficou estremecida depois da divulgação do áudio em que o mineiro pediu 2 milhões de reais a Joesley Batista.
Ele também diverge do colega em relação ao espaço do PSDB no governo e defende o desembarque, enquanto Aécio luta pela manutenção da aliança com Michel Temer.
Hoje, Cunha Lima caminha com Tasso Jereissati e só aceitaria concorrer contra Perillo se houvesse consenso com o grupo do presidente do partido.
Aécio, por sua vez, está em campanha por Perillo.

Dias sobreTemer: “Chefe de organização criminosa”


“Ninguém acredita em chefe de organização criminosa”

Pré-candidato à presidência da República em 2018, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) falou sobre a impopularidade de Michel Temer nesta sexta-feira, em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.
"O Temer não consegue convencer ninguém que as reformas dele são favoráveis ao povo. Não tem como acreditar em quem chefia uma organização criminosa”, afirmou.
Dias avalia que a segunda denúncia oferecida pela procuradoria-geral da República contra Temer, por obstrução judicial e organização criminosa, é gravíssima – e ele deve ser cassado.
Ele também afirmou que, em 2018, o maior desafio dos candidatos será convencer a população a sair de casa e votar.
“O país está nervoso. O primeiro desafio é vencer a descrença. Se fizer uma pesquisa nas ruas, mais de 50% vão dizer que não querem votar em ninguém. Temos que convencer as pessoas de que é preciso tentar outra vez. Eu vou tentar me colocando à disposição”, afirmou.  (BR 247)

Delação de Funaro: pedra no sapato de Temer


Blog do Kennedy
Vieram a público trechos da delação do doleiro Lúcio Funaro, porque eles constam da nova denúncia contra o presidente. Esses trechos têm peso forte, porque trazem acusações mais detalhadas sobre eventuais acertos de propina do grupo do PMDB da Câmara.
No entanto, pelo que foi divulgado até agora, trata-se de Funaro dizendo que sabe de supostos atos de corrupção de Temer por meio de terceiros. Esse ponto será difundido na Câmara dos Deputados em defesa de Temer.
O governo vem questionando a veracidade das afirmações de Funaro. Fez isso novamente em nota ontem, lembrando que, no passado, a Procuradoria Geral da República enviou ao Supremo uma manifestação dizendo que o doleiro já mentira à Justiça.
Haverá mais chumbo grosso contra a equipe do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que fechou a delação de Funaro. Aliados de Temer vão questionar se não teria havido pressão ou orientação a Funaro a exemplo do que se sabe hoje a respeito dos casos de Joesley Batista e Ricardo Saud. Aliados de Temer na CPI da JBS vão investigar auxiliares de Janot e não pretendem tratar apenas de como foram feitos os acordos de Joesley e Saud, mas o de Funaro também.

Amansar Maia é prioridade



Na estratégia para barrar a segunda denúncia na Câmara, a prioridade hoje do presidente Michel Temer é acalmar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está contrariado com o assédio do PMDB a políticos que negociavam filiação ao DEM.
Ironia: Maia se queixa das investidas do PMDB sobre possíveis futuros filiados ao DEM, mas teve um encontro anteontem em São Paulo cujo pano de fundo é a eventual saída de Doria do ninho tucano. A política como ela é.
Em relação à nova denúncia contra Temer, Maia disse que não misturaria esse assunto com o conflito entre PMDB e DEM por conta da busca de filiados. Mas a simples menção a essa insatisfação deixa o Palácio do Planalto de orelhas em pé.
O papel de Maia é importante nesta segunda votação. Um sinal interno dele na Câmara pode atrapalhar o governo na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), atrasando a análise de um tema desgastante para o governo. O Planalto queria resolver o tema antes do feriado de 12 de outubro. Maia já falou que talvez não dê tempo.
Portanto, a tarefa imediata à qual Temer vai se dedicar será restabelecer a boa interlocução com Maia. A tendência é o governo barrar o prosseguimento da denúncia, evitando que a Câmara dê autorização para o Supremo analisá-la. Mas a rapidez dependerá bastante do papel que Maia jogará nos bastidores em reuniões com líderes partidários, por exemplo. Temer sabe disso, porque conhece a Câmara, Casa que já presidiu três vezes.  (Kenedy Alencar)

Cunha diz que Funaro usou sua delação somente para atacar Temer



Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vai à Justiça tentar anular a delação de Lúcio Funaro, seu antigo operador. O ex-deputado disse a aliados que trechos de sua proposta de colaboração – rejeitada pela PGR – foram enxertados no acordo do doleiro.
Cunha garantiu a esses interlocutores que pode provar que Funaro narrou fatos aos quais não tinha acesso suficiente para conhecer em detalhes. A narrativa que Cunha quer pôr em xeque é peça-chave da nova denúncia contra Michel Temer.
O ex-deputado já começou a reunir o material que vai dar base ao seu questionamento à colaboração de Funaro. Procurada, a defesa do corretor disse que não comentaria assunto relacionado ao acordo e que só se manifestaria em juízo.  (Painel - Folha de S.Paulo)

Foro privilegiado para Moreira



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, tem poucos dias para decidir se enviará ao Supremo ações contra a medida provisória que garante status de ministro a Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República).
A MP deve entrar na pauta do plenário da Câmara na próxima semana e, se aprovada, vira lei.
Já CVM (Comissão de Valores Mobiliários) está perto de concluir os relatórios a respeito da suposta prática de manipulação de mercado e uso indevido de informações privilegiadas em operações financeiras pelos irmãos Batista.
Os documentos vão integrar o relatório final da PF sobre o caso, previsto para outubro. (Painel)

Doria é candidato a presidente. Sem recuo

Doria é candidato a presidente. Sem recuo

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

Os dirigentes do DEM saíram do jantar oferecido a eles por João Doria (PSDB-SP), na sexta (22), em SP, convencidos de que o prefeito é candidato a presidente, sem chance de recuar.
A fala de integrantes da equipe do prefeito paulistano nas rodas do encontro contribuíram para a certeza.
Na avaliação de um dos convidados, a chance de Doria ser candidato é de "300%".
Dentro ou fora da legenda tucana.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

MARIA HELENA ENTREVISTA O DEPUTADO FEDERAL LUIZ CAETANO

pra  você  recordar,  essa  matéria  foi  realizada  na  residência  do  deputado  Luiz  Caetano  em  Camaçari-BA,  em  09  de  julho de  2015


A  comunicadora  Maria  Helena  entrevista  o  deputado  federal  Luiz  Caetano,   o mesmo  argumentou  que  a  presidente  Dilma,  está sendo  vítima  de  uma  imprensa  sensacionalista. A  comunicadora  perguntou  ao  deputado, por  que  está  acontecendo  isso?  disse  Caetano  é  muita  gente  querendo  tirar  proveito  do  governo  Dilma,  e  ela  não  tem  dado  espaço. Segundo  Helena,  antes  de  Dilma,  um  pobre  não  tinha  condições  de  comprar  uma  geladeira,  e  alguns  móveis  da  sua  casa  e  agora  há  condições  de  comprar  até  carro,  porque  existe  financiamento  dentro  das  condições  de  cada  um  dos  cidadãos. Helena  ficou  otimista  com  as  respostas  do  deputado,  e  disse  que  acredita  no  governo  Dilma,  que  está  sendo  bom  para  o  pessoal  de  baixa  renda, e  grandes  investimentos  estão  sendo feitos  no  social. (Texto  de  Maria  Helena)

Temer se defende de acusações em vídeo



Depois de na semana passada desistir de fazer um pronunciamento para rebater a segunda denúncia do Procurador-Geral da república, Rodrigo Janot, nesta sexta-feira, 22, o presidente Michel  Temer gravou um vídeo, disponibilizado há pouco nas redes sociais em que diz que há uma “marcha da insensatez” contra ele e que tem certeza de que conseguirá arquivar na Câmara a acusação de fazer parte de uma organização criminosa e obstruir a Justiça. Sem citar nenhum nome, Temer critica ainda os executivos da JBS e diz que “há ainda muitos fatos estranhos que esperam por ser explicados nesta estranha delação induzida”.
A verdade prevaleceu ante o primeiro ataque a meu governo e a mim. A verdade, mais uma vez, triunfará”, disse. “Tenho convicção absoluta de que a Câmara dos Deputados encerrará esses últimos episódios de uma triste página de nossa história, em que mentiras e inverdades induziram a mídia e as redes sociais nestes últimos dias. A incoerência e a falsidade foram armas do cotidiano para o extermínio de reputações”, completou.

José Yunes vai processar Funaro por denunciação caluniosa



Yunes, Funaro, Temer e Padilha

José Yunes, amigo e ex-assessor especial do presidente Michel Temer, vai processar o operador Lúcio Funaro por denunciação caluniosa. A ação é preparada pelo criminalista José Luis Oliveira Lima.
Em março, Funaro processou Yunes por calúnia e difamação alegando ser mentirosa afirmação de que recebeu dele um “pacote” em 2014. O operador já perdeu essa ação.

PMs e guarda-civil são condenados pela maior chacina da história de SP


Os três foram considerados culpados pelo crime, que deixou 17 mortos em 2015; penas somam mais de 600 anos


ctv-rae-osasco


Em frente ao Fórum Criminal de Osasco, familiares de vítimas comemoram a condenação dos acusados pela maior chacina da história de São Paulo, que deixou 17 mortos em 2015; penas dos três réus somam mais de 600 anos. Foto: Werther Santana / Estadão

Antes de ler a sentença a juíza Élia Kinosita Bulman, da Vara Criminal de Osasco, disse que falaria às famílias das vitimas e chegou a chorar. "Nós que trabalhamos com o Tribunal do Júri, trabalhamos com a dor", afirmou olhando para duas fileiras do plenário ocupada por parentes dos mortos. "A gente não se acostuma com as vidas perdidas na cidade".

Ex-procurador regional da Bahia, Sidney Madruga é exonerado da equipe de Dodge


Ex-procurador regional da Bahia, Sidney Madruga é exonerado da equipe de Dodge

Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
A gestão de Raquel Dodge na Procuradoria-Geral da República (PGR) começou nesta segunda (18), mas já teve sua primeira baixa. A nova chefe do Ministério Público Federal (MPF) exonerou o procurador da República, Sidney Madruga, escalado para coordenar o Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (Genafe). Ele foi procurador eleitoral do MPF na Bahia entre os anos de 2009 e 2013, e, em 2014, chegou a ocupar o posto de procurador regional da República. A exoneração da PGR, segundo divulgado pela assessoria de Dodge, foi tomada a pedido de Madruga "com a finalidade de evitar ilações impróprias e indevidas". Isso acontece depois que o procurador foi flagrado pelo jornal Folha de S. Paulo em conversa sobre assuntos privados em um restaurante. No diálogo, Madruga teria falado que a "tendência" do órgão é abrir uma investigação contra o procurador Eduardo Pelella, que foi chefe de gabinete do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Pelella atuou no acordo de delação do grupo J&F, cujos sócios Joesley e Wesley Batista e Ricardo Saud perderam seus benefícios. "A PGR reitera informação repassada ao jornal de que o procurador mencionado não atua em matéria criminal e não teve acesso a nenhuma investigação ou ação penal conduzidas pela atual equipe do Grupo de Trabalho da Lava Jato, em Brasíia. A portaria de exoneração foi assinada na tarde de hoje", informou a assessoria da PGR, de acordo com reportagem d’O Estado de S. Paulo.

Juiz de liminar que autoriza 'cura gay' diz que houve 'interpretação e propagação equivocada'


Juiz de liminar que autoriza 'cura gay' diz que houve 'interpretação e propagação equivocada'


Responsável por conceder uma liminar permitindo que psicólogos possam tratar gays e lésbicas com terapias de "reversão sexual", o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, chamou de "interpretação e propagação equivocada" o entendimento popular da imprensa e população, em geral, que se manifestaram contra ele. "Considerando que em nenhum momento este magistrado considerou ser a homossexualidade uma doença ou qualquer tipo de transtorno psíquico passível de tratamento. Considerando ser vedado ao magistrado manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento", justificou o magistrado em nota publicada pela vara. No texto, ele ainda rejeita convites feitos por meios de comunicação para se pronunciar e destaca que aqueles que desejarem "o esclarecimento de eventuais obscuridades ou contradições em qualquer decisão judicial" devem reconhecer o meio processual para o pedido. A decisão judicial contraria tanto o Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe tratamentos nesse sentido desde 1999, e contra a Organização Mundial de Saúde (OMS), que deixou de considerar a homossexualidade como doença em 1990 (veja aqui).