Chico Ferreira

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Lewandowski impede que procurador seja testemunha


O procurador Júlio Marcelo passa à situação de informante e não de testemunha após questionamento levantado por Cardozo. O fato de, como membro do Ministério Público, ter participado de ato a favor da rejeição das contas de Dilma em frente ao TCU foi a motivação da decisão de Lewandowski.
"Como membro do Ministério Público, do TCU, sua senhoria não estava autorizado a fazê-lo [participar do ato]. Portanto incide na hipótese de suspeição", disse Lewandowski.
Assistentes de José Eduardo Cardozo comemoram discretamente a decisão de Lewandowski.
Como informante, Oliveira não tem compromisso de dizer a verdade. Com isso, sua participação tem peso menor no processo, já que não será juntada como prova. Senadores do PT e aliados avaliam não fazer perguntas para ele.

Kátia Abreu questiona papel do TCU em investigação



Da Folha de São Paulo

A senadora Kátia Abreu (PMDB/TO) mencionou o parecer do procurador do Ministério Público da União, Ivan Cláudio Marx, que "disse claramente que não houve operação de crédito e que isso não é considerado crime".
Ela disse que o informante Júlio Marcelo de Oliveira é procurador do TCU (Tribunal de Contas da União), e tem função de "produzir pareceres administrativos e técnicos, para que conselheiros possam votar à favor de sua tese. Mas o doutor Ivan Cláudio Marx que é o procurador especializado que vai investigar, e ele não disse que houve crime em todo seu parecer."
"Quero reiterar que o parecer dele é duríssimo com a presidente, falando de maquiagem de contas, mas é outra coisa. Não está sendo julgada por questão fiscal, está sendo julgada por pedaladas e banco Safra. O senhor está contestando opinião do Ministério Público da União?", perguntou a Oliveira.


"Não há nenhuma relação de superioridade entre Ministério Público da União e de Contas", afirmou o procurador. "Os dois estão previstos na Constituição. Disse antes que tenho o máximo de respeito pelo meu colega Ivan Cláudio Marx, mas discordo do parecer dele. Considero que a instância especializada em contas é o TCU."

VEREADOR OLIVAR VISITA A QUADRA S-13 E É BEM RECEBIDO PELOS SEUS MORADORES


Olivar  vereador  e  candidato  a  reeleição  visitou  na  manhã  desta  quinta-feira (25),  a  quadra  S-13,  e  foi  pelos  recebidos  pelos seus  moradores.  O  parlamentar  estava  acompanhado  de  Lurdinha  e  Maria Helena,  que faz  parte  da  sua  equipe. Olivar  ficou  maravilhado pelo bom trabalho  que   vem  sendo   desenvolvido  por  Maria  Helena  em  prol  da  sua  reeleição  e  a  do  prefeito  Luiz  Vicente.

"Não sou assaltante de aposentado", disse Caiad


Gabriel Garcia
De Brasília
O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) atacou, há pouco, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-ministro Paulo Bernardo. Durante acalorada discussão na sessão do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, Gleisi afirmou que suas excelências não têm condição moral para julgar a cassação de Dilma.
Em resposta, Caiado rebateu: "Não sou assaltante de aposentado". Trata-se de uma referência ao esquema de corrupção envolvendo Bernardo, marido da petista. De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, Bernardo chefiou esquema que roubou R$ 100 milhões de fundos de pensão.

Lewandowski suspende sessão após tumulto



Após o senador Magno Malta (PR/BA) afirmar novamente que os defensores da presidente Dilma Rousseff estão tentando atrasar o processo, a senadora Gleisi Hoffman (PT/PR) protestou.
"Qual a moral desse Senado para julgar a presidente Dilma?", afirmou. Após uma discussão acalorada com outros senadores, Lewandowski, que preside a sessão, decidiu suspender por alguns minutos a sessão, que já foi retomada.

Sessão é retomada no Senado



Da Folha de São Paulo
O presidente do STF retomou às 14h08 a sessão que define o destino da presidente afastada Dilma Rousseff. O painel eletrônico registra a presença de 68 senadores na Casa, mas o plenário ainda está vazio. Menos de 20 senadores retornaram do almoço
Na sequência, serão ouvidas as testemunhas de acusação. O primeiro a ser ouvido é Júlio Marcelo Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União). Oliveira foi auditor de Controle Externo e ministro do tribunal.
Conforme adiantado pela Folha, o advogado da presidente afastada, José Eduardo Cardozo, alegou suspeição e solicitou impedimento de Oliveira.
"O procurador Júlio Marcelo, com toda a sua competência, foi o formulador original de todas as teses encampadas pelo denunciante", afirmou Cardozo. "Ele perdeu completamente a imparcialidade neste processo, na medida que agiu como militante."

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

SOBRADINHO: LUIZ VICENTE REALIZA PRIMEIRO PISEIRO ACOMPANHADO DE UMA GRANDE MULTIDÃO









Luiz  Vicente  candidato  a reeleição  realizou na  noite desta   quarta-feira (24),  o  primeiro  piseiro  da    campanha  eleitoral  em  prol   da  sua  reeleição. O  piseiro  aconteceu  na quadra  N-12. Luiz  Vicente  visitou  casa  por  casa  e  foi  bem  recebido  e  abraçado  pelos  seus  moradores. No  final  do  piseiro,  foi  realizado  um  mini comício,  que  teve  a  participação  de  vários  oradores. Vicente  usou  a   palavra  e  agradeceu  a  presença  de  amigos  e  correligionários,  em  seguida  falou  das  dificuldades  encontradas quando  assumiu  a  prefeitura, mas  conseguiu  contornar  a  situação. Disse  que  até  o  fim  do  ano  estará  entregando  a população  de  Sobradinho  o  hospital  que  foi  desativado  na  gestão  passada.  O  que  chamou  mais  atenção  na  fala  do  prefeito  foi  no  momento  em que ele  disse  que  o  município  tem  cinco  milhoes  para  assaltar  a  Vila  São  Francisco,  e  muto  em  breve,  toda  Vila  São  Joaquim  será  asfaltada,  disse  o  gestor. Concluindo  Vicente  argumentou  que  em  tempo  de  crime,  mas  Sobradinho  está  arcando  com  os  seus  compromissos.  Falou  também  de  um  projeto  que  está  na  câmara  há  mais  de dois   anos  para   o  município  conseguir  um financiamento de  seis  milhoes  de  reais para  asfaltar  a  Vila  São  Francisco  e  foi  vetado  pela  presidência,  dificultando  melhorias  para  a   Vila  São  Francisco.  Finalizando Vicente  disse que  a  gestão    passada  deixou  Sobradinho  no  fundo  do  poço.  E  o  piseiro  desta  quinta-feira (25),  será  na  S-11 a  partir  das  18:h

SOBRADINHO: DIA TRÊS DE SETEMBRO NA APOSCHESF A FESTA VÁ TOMAR NO SEU CANECO


TEMER: À CAÇA AOS INDECISOS


 
Na semana em que o plenário do Senado iniciará o julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment, o presidente em exercício, Michel Temer, tem dedicado sua agenda à intensificação do corpo a corpo com os senadores. Em dois dias, a agenda oficial de Temer incluiu reuniões com nove parlamentares que votarão no julgamento de Dilma. Na manhã de ontem, por exemplo, o presidente em exercício recebeu, no Palácio do Planalto, os senadores Edison Lobão (PMDB-MA), João Alberto Sousa (PMDB-MA) e Roberto Rocha (PSB-MA).

Nove ex-ministros de Dilma vão julgá-la no Senado



Do G1

Dos 81 senadores que participarão do julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment, nove foram ministros do governo da petista. O julgamento terá início nesta quinta-feira (25) no plenário do Senado, e deve se estender até a próxima semana.
Os nove senadores que integraram o governo de Dilma e que participarão do julgamento são:
-  Eduardo Braga (PMDB-AM), ex-ministro de Minas e Energia;
- Edison Lobão (PMDB-MA), que comandou Minas e Energia;
- Garibaldi Alves (PMDB-RN), ex-ministro da Previdência;
- Marta Suplicy (PMDB-SP), que chefiou a Cultura;
- Armando Monteiro (PTB-PE), ex-titular do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
- Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-chefe da Integração Nacional;
- Kátia Abreu (PMDB-TO), que comandou a Agricultura;
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-chefe da Casa Civil;
- Eduardo Lopes (PRB-RJ), ex-ministro da Pesca.
Embora tenham, em algum momento do governo, atuado como auxiliares da petista na Esplanada dos Ministérios, nem todos votarão contra o impeachment.
A tendência é que cinco deles se posicionem a favor da destituição da petista: Eduardo Braga, Lobão, Garibaldi Alves, Marta Suplicy e Fernando Bezerra. Já Gleisi, Kátia Abreu e Armando Monteiro votarão contra, enquanto Eduardo Lopes, segundo a assessoria, está indeciso.
Na semana passada, uma declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o julgamento final de Dilma gerou repercussão no noticiário.
Em entrevista à BBC Brasil, o petista disse que sua afilhada política irá “se expor a Judas” no Senado, isso porque está previsto, para o dia 29, o interrogatório de Dilma.
Na sessão, ela apresentará sua defesa no processo de impeachment e responderá a eventuais perguntas elaboradas pela defesa, pela acusação e por senadores.
Conforme reportagem do G1, o presidente em exercício Michel Temer tem articulado nos bastidores para ampliar a margem de votos pró-impeachment.
Na chamada sessão de pronúncia, em 10 de agosto, na qual os senadores tornaram Dilma ré no processo, 59 parlamentares votaram contra ela. Para o julgamento final, dizem interlocutores do governo, o Palácio do Planalto tem procurado senadores para alcançar entre 62 e 63 votos contrários a Dilma.
Lista
Veja abaixo quem são os senadores que julgarão Dilma e foram ministros no governo da petista e como eles devem votar na sessão:
Armando Monteiro Neto
Embora parte do PTB fizesse oposição a Dilma, o senador comandou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior entre janeiro de 2015 e maio deste ano.
Ele deixou o cargo de ministro após se oferecer para retomar o mandato e votar contra o impeachment de Dilma. Segundo a assessoria, Armando Monteiro votará contra o impeachment e não teme represálias do partido.
Edison Lobão
Chefiou o Ministério de Minas e Energia entre 2008 e 2010, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e durante todo o primeiro mandato de Dilma, entre 2011 e 2014.
O peemedebista votou pela admissibilidade do processo de impeachment e a favor de tornar Dilma ré. Procurada pelo G1, a assessoria do senador disse que não se pronunciaria sobre o assunto porque ele não irá antecipar seu voto no julgamento final.
Eduardo Braga
Atuou como líder do governo no Senado no primeiro mandato de Dilma, entre 2012 e 2014, e, de janeiro de 2015 a abril de 2016, no segundo mandato da petista, foi nomeado ministro de Minas e Energia.
Por meio da assessoria, Braga informou que votará pelo impeachment por “questões partidárias” e alegou que não há constrangimento em votar pela destituição de Dilma, uma vez que está “em linha” com o PMDB.
Eduardo Lopes
Suplente do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), Lopes substituiu o colega de partido no Ministério da Pesca em 2014. A legenda compôs a base de Dilma até este ano, quando decidiu apoiar o afastamento da petista. No segundo mandato dela, o PRB comandou o Ministério do Esporte.
Segundo a assessoria de imprensa, Lopes ainda não se decidiu sobre como votará no impeachment, mas não vê constrangimento em ter sido ministro de Dilma e eventualmente votar a favor da destituição da petista.
Fernando Bezerra Coelho
Ministro da Integração Nacional de Dilma de janeiro de 2011 a outubro de 2013, deixou o cargo após seu partido, o PSB, aliado histórico do PT, romper com o Palácio do Planalto e decidir lançar um candidato próprio à Presidência na eleição de 2014.
Pai do atual ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, ele votará pelo impeachment, segundo sua assessoria.
Garibaldi Alves Filho
De 2011 a 2014, durante todo o primeiro mandato de Dilma, foi ministro da Previdência Social, indicado pelo PMDB. Em 2015, substituído por Carlos Gabas, retomou seu mandato de senador.
Ao G1, Garibaldi Alves disse que votará pelo impeachment. “Sou um ex-ministro e votar pelo impeachment até poderia trazer constrangimento, mas eu enxerguei claramente, no parecer, que há razões para tanto [votar pelo impeachment]. Então, é hora de pensar no país”.
Gleisi Hoffmann
Uma das principais defensoras de Dilma no Senado, Gleisi comandou a Casa Civil entre 2011 e 2014, quando deixou o cargo para disputar a eleição para governador do Paraná.
Ao G1, a senadora classificou de "lamentável" o fato de ex-ministros de Dilma decidirem votar a favor do impeachment.
"São pessoas que fizeram parte do governo, conhecem as dificuldades políticas do governo em passar os projetos de ajustes, sabem da conspiração legislativa que enfrentou. Eu lamento muito essa postura. […] Metade do Senado não tem condições de julgar a presidente", disse.
Kátia Abreu
Ministra da Agricultura de janeiro do ano passado até 12 de maio deste ano, quando Dilma foi afastada, Kátia Abreu foi uma das principais aliadas da petista.
No começo, ela chegou a enfrentar resistência por parte de petistas, mas, ao longo do processo de impeachment, se tornou uma das principais defensoras de Dilma e é uma das líderes do grupo de senadores que busca votos contra a destituição da presidente afastada.
Procurada pelo G1, a assessoria da senadora disse que ela só falará com a imprensa após a definição do processo.
Marta Suplicy
Hoje no PMDB, Marta Suplicy, assim como Edison Lobão, foi ministra de Lula e Dilma. No governo do ex-presidente, a ex-petista chefiou, entre 2007 e 2008, a pasta do Turismo e, de 2012 a 2014, já no governo Dilma, o Ministério da Cultura.


Procurada pelo G1, a assessoria da senadora disse que Marta já manifestou diversas vezes a favor do impeachment, mas não poderia dizer se, para a parlamentar, o fato de ela ser ex-ministra lhe causa constrangimento.

André reassume mandato no lugar de Guilherme Coelho



andredepaula (1)
O secretário estadual das Cidades, deputado federal André de Paula, acertou, há pouco, a sua saída da pasta com o governador Paulo Câmara, mas conseguiu deixar em seu lugar o sucessor, já que o cargo pertence à cota do PSD, partido no Estado presidido pelo próprio André.
Com a sua saída para reassumir o mandato em Brasília, assume a pasta o diretor presidente do Consórcio Grande Recife, Francisco Papaléo. No lugar de Papaléo, assume o secretário executivo de projetos especiais da Secretaria das Cidades, Ruy Rocha.
Com isso, dentre os sete suplentes na Câmara em Brasília, quem volta à província é o ex-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho (PSDB).
Nota Oficial
Ao longo das últimas semanas, construí com o governador Paulo Câmara meu retorno ao Congresso Nacional. Esse processo teve a participação direta do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que entende que a minha presença em Brasília fortalece nosso partido e abre novas possibilidades para minha atuação. Retorno à Câmara dos Deputados para exercer o mandato confiado a mim por milhares de pernambucanos.
Paralelo à atividade parlamentar, terei mais tempo para dedicar-me às principais campanhas da Frente Popular, a exemplo da do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, e, sobretudo, às campanhas dos nossos companheiros do PSD.
O presidente do Grande Recife Consórcio de Transportes, Francisco Papaléo, assume a Secretaria das Cidades com a missão de dar continuidade aos projetos desenvolvidos na pasta. Em seu lugar, assume o Grande Recife o secretário executivo de projetos especiais da Secid, Ruy do Rego Barros Rocha.
André Carlos Alves de Paula Filho
Deputado federal

Impeachment: corpo-a-corpo de Temer para ferrar Dilma


Interino recebe senadores que não declararam voto, enquanto aliados de petista esperam reação
El País - Afonso Benites
Enquanto propaga aos quatro ventos que a batalha pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) já está ganha, o presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), intensificou conversas com um grupo de senadores que se declaram indecisos ou que não revelaram seus votos no julgamento da presidenta afastada.
Às vésperas da votação do impedimento da petista pelo Senado – prevista para iniciar no dia 25, a próxima quinta-feira –, Temer se encontrou com oito senadores entre segunda e terça-feira, sendo que em quatro deles o Planalto identificou algum risco de votar a favor de Rousseff. Todos esses encontros foram marcados de última hora e trazem à tona uma estratégia política do Governo para superar os 54 votos necessários para condenar a presidenta. A expectativa de ministros e de senadores da base é que 61 dos 81 parlamentares votem pelo impeachment. Enquetes feitas pela imprensa brasileira, no entanto, mostram que menos de 50 parlamentares declaram seu voto contra a presidenta afastada.
Oficialmente, as reuniões no Palácio do Planalto ocorreram para discutir assuntos locais de interesses dos parlamentares, como a conclusão de obras paradas ou a liberação de recursos para municípios de suas bases eleitorais. O presidente interino não mencionou uma palavra sobre o julgamento, conforme participantes dos encontros. Cabia a auxiliares deles tratarem do tema ao término de cada audiência. 

Janot diz ser estelionato acusações contra Toffoli


Janot disse que decidiu encerrar as negociações com a OAS por quebra de confiança

O Globo - Jailton de Carvalho e Carolina Brígido

Num contundente discurso na reunião do Conselho Nacional do Ministério Público Federal nesta terça-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, classificou de "estelionato delacional" a divulgação de suposta acusação do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Janot, não há qualquer referência a Toffoli ou a qualquer outro ministro do STF nos anexos do pré-acordo de delação que Pinheiro estava negociando com os procuradores da Operação Lava-Jato. Janot fez as declarações ao explicar porque decidiu encerrar as negociações para um acordo de colaboração com Pinheiro. 
- Reafirmo que não houve, nas negociações de colaboração dessa empreiteira nenhuma referência, nenhum anexo, nenhum fato enviado ao Ministério Público que envolvesse essa alta autoridade do Judiciário. A gente vaza aquilo que tem. Se você não tem a informação, não tem o acesso, você vaza o quê ? Você vaza o nada, aquilo que você não tem. Não vaza. Não sei a quem interessa essa cortina de fumaça - disse, complementando.

PT só com chances em duas capitais



   

Em 17 capitais que o Ibope realizou a primeira pesquisa de intenção de voto, o PT só aparece com chances de ganhar ou disputar um segundo turno no Recife, com o ex-prefeito João Paulo, e em Porto Alegre, com Raul Pont. Em São Paulo, principal colégio eleitoral do País, o prefeito petista Fernando Haddad está longe de sonhar com a reeleição. Ali, quem lidera é o deputado Celso Russomano (PRB), seguido por Marta Suplicy (PMDB). No Rio, segundo maior colégio eleitoral, quem está na dianteira é o Pastor Crivella, também do PRB.
Em Belo Horizonte, o PT não tem nem candidato. O preferido é o tucano João Leite. No Nordeste, com exceção do Recife, o PT sumiu. Em Salvador, lembrado por 68% dos eleitores ouvidos pelo Ibope, o prefeito ACM Neto, do DEM, só perde se houver uma hecatombe. Em Fortaleza, capital do Estado do Ceará, governador pelo petista Camilo Santana, quem aparece na frente é o pedetista Alberto Cláudio, o Capitão, do PR, vem em segundo e a petista Luizianne Lins é a última colocada.
Em Maceió, o candidato do PT, Paulão, aparece com apenas 3%. A briga está polarizada entre o prefeito Rui Palmeira (PSDB) e o peemedebista Cícero Almeida, enquanto em Natal o prefeito Carlos Eduardo (PDT) se apresenta na liderança com 36%, estando o candidato do PT, Fernando Mineiro, com apenas 4%. Já em Teresina, capital de um Estado também governado por um petista, Wellington Dias, quem está à frente das pesquisas é o prefeito Firmino Filho, do PSDB, candidato à reeleição.
Em João Pessoa, o prefeito Luciano Cartaxo, que lidera com folga, poderia ser outra exceção do PT, mas deixou o partido no meio mandato desapontado com os escândalos federais. No Sul, em Florianópolis a prefeita Ângela Amin, do PP, tem amplas chances de garantir mais um mandato, sem que o PT tenha apresentado sequer um nome para entrar na disputa. No Norte, o PT também está em frangalhos em Manaus, cujo favorito é o prefeito Arthur Virgílio, e em Porto Velho quem lidera é o trabalhista Léo Moraes.
Surpreendentemente, na cidade onde Lula vive em uma luxuosa cobertura, o caminho para o candidato do PT chegar ao Paço Municipal se mostra um dos mais difíceis até o momento. Maior cidade da região, São Bernardo é administrada pelo ex-ministro de Lula, Luiz Marinho, que encerra em 2016 o segundo mandato na cidade e tenta agora eleger seu sucessor, o secretário de Serviços Urbanos, Tarcísio Secoli.
O fraco desempenho dos candidatos do PT nas capitais está relacionado aos escândalos no Governo Dilma, herdados da era Lula, sendo o maior a operação Lava Jato. Diante disso, conforme o Ibope já identificou, 2016 tem tudo para ser o ano mais difícil da história da sigla em embates eleitorais. Tanto porque sua imagem foi profundamente desgastada pelas investigações, como pela crise econômica que levou o governo Dilma a uma aprovação nanica, perto de 10%.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

SOBRADINHO: LUIZ VICENTE DEU CONTINUIDADE AS VISITAS NAS RUAS 09 E 12 DA QUADRA S-13









Luiz  Vicente  candidato  a  reeleição,   deu  continuidade nesta  terça-feira (23) as  visitas  das  ruas  9  e  12  da  quadra  S-13.  Uma  grande  multidão  acompanhou  o  prefeito,  dando  sinal  de  apoio  a  sua reeleição. Vicente  como  sempre   visitou    casa por  casa  onde  foi  bem  recebido  pelos  seus  moradores. A  cada  dia  que  passa  aumenta  o  número  de  adesões  a  reeleição  de  Luiz  Vicente,  e  por  intermédio  de  sua  assessoria  informa a  população  de  Sobradinho,  que  o  gestor é  candidato a  reeleição,  e juridicamente está  em  melhores   condições do  que  o  seu adversário, portanto vai  disputar  as  eleições  deste  ano para prefeito na  terra  da  barragem.

VEREADOR COMEMORA MELHORIA DO SINAL DA OI NO JOÃO PAULO II

O vereador Antônio Tibúrcio de Souza Caffé (PROS) era só alegria noite passada e durante pronunciamento da tribuna da Câmara na sessão ordinária da Câmara desta segunda-feira (22) aproveitou para enaltecer e agradecer ao diretor da Empresa OI na Bahia Airton Lira, que ampliou a potência do sinal da empresa concessionária da telefonia móvel contemplando todo o bairro João Paulo II e parte da comunidade de Sacrabetó no Salitre. “Sei que amanhã vão aparecer inúmeros pais desta criança que já está crescida, graças a uma luta nossa e desta Casa. Uma luta que foi iniciada pelo vereador Mitonho e que teve andamento com nosso empenho junto à direção da empresa em Salvador. O que importa na verdade é o fruto que estamos colhendo agora com a melhoria substancial do sinal da Oi em nossa comunidade” expressou Caffé.

SEGUNDO ASSESSORIA, JUAZEIRO SOCIAL SUSPENDE ATIVIDADES E PODE DESISTIR DO BAIANÃO

De acordo com informações recebidas pela assessoria do Juazeiro Social Clube, o presidente do time Rafael Campêlo, acaba de suspender todas as atividades da agremiação. Isso mesmo, tudo isso por não poder arcar com todas as despesas do time como: folha de pagamento dos atletas e funcionários, hospedagem e alimentação na casa do atleta e outros. No próximo domingo, 28, o Juazeiro deveria jogar na cidade de Teixeira de Freitas e não dispõe de verba para isto. Segundo assessoria, o presidente está contactando empresários e pessoas que gostem do Juazeiro para que ajudem o time a sair desta crise financeira. Se não conseguir R$ 6.000,00 ( seis mil reais ) até quinta feira, o time não viajará e poderá ser eliminado e suspenso do Campeonato Baiano.
Com informações Ascom/JSC

Temer abre agenda para senador indeciso e ex-ministro



Na semana que começa a fase decisiva do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente em exercício Michel Temer abriu a agenda e recebe nesta terça-feira (23) o senador e ex-ministro de Dilma Edison Lobão (PMDB-MA) e outros parlamentares.

Entre os integrantes da reunião está também o senador Roberto Rocha (PSB-MA), que, conforme o Placar do Impeachment elaborado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", aparece como indeciso. Também participa do encontro o senador João Alberto Souza (PMDB-MA), que, decidiu votar pelo prosseguimento do impeachment apesar de dizer que não acredita em crime da presidente e que mudou o voto por razões políticas.
"Não mudei de ideia, a minha postura foi em função da conjuntura política. Não foi em função de haver cometido ou não o crime. É uma postura pelo Brasil, de achar que no momento fica muito difícil para a presidente governar", disse João Alberto, na ocasião. O senador havia votado contra a abertura do processo de impeachment em maio.

Tucanos acertam discurso sobre impeachment


Com a proximidade do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, cuja conclusão será nesta semana, a bancada tucana no Senado se reunirá nesta terça-feira para acertar o discurso. De acordo com o líder da bancada, o senador Cássio Cunha Lima (PB), é preciso afinar a oratória para não haver surpresa durante o processo.
Os tucanos querem diminuir o tempo de fala de cada senador aliado do governo Michel Temer e evitar críticas diretas a Dilma. Há um receio do tom agressivo por parte de alguns parlamentares, o que ajudaria Dilma Rousseff a reverter alguns votos. É tudo o que não gostaria Michel Temer.

ELZA DA FARMÁCIA PSL

ELZA  DA  FARMÁCIA  LUTANDO  PELA  UMA  SOBRADINHO  MELHOR,  É  UM  NOME  DE   BOA  REFERÊNCIA (17.100)

VEREADOR CAFFÉ SERIEDADE E HONESTIDADE


CAFFÉ,  CANDIDATO  E  REELEIÇÃO NÚMERO: 90123 (PROS) NESTE  VOCÊ  PODE  CONFIAR.

CANINDÉ UM AMIGO DE AGORA E DE SEMPRE

CANINDÉ,   CANDIDATO  A  REELEIÇÃO PRP (44.444)  É  DE  LUTA  É  FÉ

MANOEL MESSIAS EM DEFESA DE MELHORES DIA PARA SOBRADINHO


MANOEL  MESSIAS  EM  DEFESA  DA  LIBERDADE  E  DA  DEMOCRACIA  E  CONTRA  A  CORRUPÇÃO. CANDIDATO  A  REELEIÇÃO NÚMERO: 43123 (PV)

VEREADOR OLIVAR, VISITA MORADORES DA QUADRA S-13, RUA 05






Olivar vereador do  PSD,  candidato  a  reeleição, nesta  segunda-feira (22) visitou  os  moradores  da quadra  S-13,  rua  05,  acompanhando de  Maria  Helena  e  Flávia  e sua  esposa  Rizonilde. O  vereador  de  quatro  mandatos  ficou  contente  pelo  carinho  do  povo  a  sua  pessoa  por ser um  parlamentar  atencioso   e  que  tem  prestado  um  bom  serviço  a  população  de  Sobradinho,   principalmente  na  sede  e  no  interior. A  reunião  aconteceu  na  residência  de  Telma,  com  a  presença  de amigos, correligionários  e  admiração  do  vereador. Olivar  ficou  feliz  com  a  receptividade  daquele  povo  amigo. 

Impeachment: 48 dos 81 senadores votam a favor



Folha de S.Paulo
A três dias do início do julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, 48 dos 81 senadores declaram publicamente que irão votar a favor do afastamento definitivo da petista. Apesar de o número ser menor do que o necessário para que isso ocorra – dois terços do Senado, ou seja, 54 votos –, a tendência hoje é a de que o impeachment seja aprovado. O governo interino de Michel Temer dá esse resultado como certo e conta com 61 votos pela saída da presidente afastada.
Apesar de serem favoráveis à saída definitiva de Dilma, alguns parlamentares não querem ainda se pronunciar abertamente.
De acordo com o placar da Folha, nove senadores não querem declarar qual será o posicionamento final. Desses, no entanto, seis votaram favoravelmente à continuidade do processo contra Dilma.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda não se posicionou, mas aliados do peemedebista afirmam que ele já indicou que irá votar pelo impeachment de Dilma na etapa final.O placar também mostra que quatro senadores se declaram indecisos em relação a seus votos. Todos eles, porém, defenderam a continuidade do processo na última votação, em maio.
Na primeira votação, quando o Senado decidiu abrir o processo, o placar foi de 55 a 22. Na segunda, quando houve o aval para o julgamento, o resultado se ampliou: 59 votos a favor e 21 contrários.
A sessão de desfecho do impeachment de Dilma se inicia nesta quinta (25). Os primeiros dois dias serão dedicados a ouvir testemunhas de acusação e defesa. Se for preciso, os senadores trabalharão no fim de semana para concluir esta etapa.