![]() |
Acusado
de manter relações próximas com o doleiro Alberto Yousseff, o deputado
licenciado André Vargas (PT-PR) deve retornar à Câmara Federal após a
Semana Santa. De acordo com a assessoria de imprensa do petista, o
parlamentar indicou que não pretende cumprir os 60 dias de licença e
retomará o mandato em meio a um processo disciplinar no Conselho de
Ética e uma representação na Corregedoria da Câmara dos Deputados.
Embora tenha anunciado a renúncia do cargo de primeiro vice-presidente da Casa, Vargas ainda não formalizou sua decisão junto à Secretaria-Geral da Mesa Diretora. Sem esse procedimento, o processo de escolha do novo primeiro vice-presidente fica comprometido.
Embora tenha anunciado a renúncia do cargo de primeiro vice-presidente da Casa, Vargas ainda não formalizou sua decisão junto à Secretaria-Geral da Mesa Diretora. Sem esse procedimento, o processo de escolha do novo primeiro vice-presidente fica comprometido.
Ontem
(10), o presidente Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) anunciou que
pretende fazer a eleição na última semana do mês. A assessoria de Vargas
informou que, como ele não se encontra em Brasília, a formalização da
renúncia acontecerá após o feriado.
Segundo o critério da proporcionalidade, o Partido dos Trabalhadores indicará o sucessor de André Vargas. Entre os cotados para assumir o cargo estão o ex-líder da bancada, José Guimarães (CE), o deputado Paulo Teixeira (SP) e o ex-presidente da Câmara Federal, Marco Maia (RS).
Ainda na tarde de ontem, enquanto o PT anunciava que levaria o caso para o Conselho de Ética do partido, Vargas usou as redes sociais para desabafar. Em seu perfil oficial no Twitter, o petista disse que vai provar, "de cabeça erguida", que não cometeu irregularidades
Segundo o critério da proporcionalidade, o Partido dos Trabalhadores indicará o sucessor de André Vargas. Entre os cotados para assumir o cargo estão o ex-líder da bancada, José Guimarães (CE), o deputado Paulo Teixeira (SP) e o ex-presidente da Câmara Federal, Marco Maia (RS).
Ainda na tarde de ontem, enquanto o PT anunciava que levaria o caso para o Conselho de Ética do partido, Vargas usou as redes sociais para desabafar. Em seu perfil oficial no Twitter, o petista disse que vai provar, "de cabeça erguida", que não cometeu irregularidades
