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Os
quase 32 milhões de eleitores, num Estado que concentra 32,5% do PIB ,
já seriam suficientes para que qualquer candidato a presidente cobiçasse
São Paulo. Mas, nesta eleição — a primeira desde a redemocratização a
não incluir na disputa um candidato que tenha São Paulo como base
política —, o cenário está mais complexo, obrigando Dilma Rousseff (PT),
Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) a voltarem suas atenções como
nunca para o Estado.
Desde
2002, na primeira eleição de Lula, o PT não ganha em São Paulo no
primeiro turno. Tentará fazê-lo agora. Aécio Neves também aposta suas
fichas no estado. (O Globo)
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