Bom dia Chico Ferreira!
Trago até você a minha denúncia para que publique em seu blog onde
todos poderão ler e se dirigir até o Juizado Especial para fazerem suas
denúncias igual eu já fiz. A minha denúncia é contra a Venda Casada que o
comércio de Juazeiro e também de Petrolina tem praticado indevidamente
infringindo não só o Código de Defesa do Consumidor com também uma
Resolução que tem o nº 296 publicada no dia 28 de outubro de 2008,
Resolução essa que proíbe não só a venda da garantia estendida com
também outro qualquer tipo de serviço sem aquiescência do prominente
comprador. Após essa Resolução todo o comércio a nível nacional fica
proibido dessa prática e se houver tal venda casada o
estabelecimento/empresa sofrerá autuação e multa que poderá chegar a R$
500 mil.
Mas nada disso está sendo obedecido aqui na região pois nos dias
13/02 e 14/03/2014 efetuamos compra nas Lojas Insinuante na orla de
Juazeiro e fomos contemplados sem a nossa vontade com os seguintes
arroubos:
Na compra de um(01) celular Nokia cujo valor nominativo é de R$ 199,00 veio acrecido de R$ 32,90 Garantia Estendida e R$ 6,99 Seguro Pessoal, pagamos então a quantia de R$ 238,69.
Na compra de uma(01) cama box cujo valor nominativo é de R$ 749,99 veio acrecido de R$ 6,99 Seguro Pessoal e PASMEM R$ 34,90 Curso On Line, pagamos então a quantia de R$ 791,38.
Imediatamente procurei o Gerente das Lojas Insinuante que me fez uma
proposta que chamei de indecente, proposta essa que pagássemos os
valores já cobrados no cartão e ele iria fazer o cancelamento e emitiria
outra fatura para pagarmos novamente e a que foi cancelada a operadora
depois de uns 90 dias iria devolver em créditos, achando um absurdo fui
no último dia 07/04 até ao Juizados Especiais de Juazeiro onde fui
muito bem atendido e assessorado registrei a nossa queixa que já tem
data para 1ª Audiência que será em junho.
Peço a sua ajuda através do seu blog que tem uma imensa repercussão
na região devido aos inúmeros acessos, para que ninguém mais seja lesado
e aqueles que já foram busquem seus direitos.
Rogério Espíndula