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O
ex-goleiro Bruno, preso desde 2010 acusado por participar da morte da
mãe de seu filho, Eliza Samúdio, diminuiu um dia de pena a cada três
trabalhados na penitenciária de segurança máxima de Contagem, em Belo
Horizonte. “Qualquer trabalho eu encaro. Já costurei bola aqui dentro.
Também já fiz diversos tipos de artesanato, trabalhei na lavanderia, na
fábrica de blocos de concreto. Eu estava capinando. Tudo que puder fazer
para redimir minha pena,vou fazer, para abreviar meus dias neste
lugar”, disse em entrevista à edição de abril da revista Placar.
Condenado a 22 anos e três meses de prisão, o ex-atleta de Flamengo, que
chegou a ganhar salário superior a R$ 150 mil, recebe cerca de R$ 500
por mês. Bruno tenta conseguir permissão da Justiça para jogar pelo
Montes Claros, da segunda divisão mineira. Também cumprem pena Marcos
Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, e Luiz Henrique Ferreira
Romão, apelidado de Macarrão, condenados a 22 e 15 anos,
respectivamente, pela morte de Eliza Samúdio.

