O
mercado se divide sobre como o PSDB deve se comportar. Parte defende
que a sigla entre de cabeça para tentar salvar o governo — há quem
advogue por um tucano na Casa Civil caso o ministro Eliseu Padilha seja
abatido pela Odebrecht.
Outro grupo, no entanto, recomenda que o PSDB fique quão longe puder do Planalto para não se contaminar com o desgaste.
“O
cenário de hoje pode não ser o cenário daqui a 15 dias, tamanha a nossa
insegurança “, pondera um importante aliado.(Painel - Folha de S.Paulo)