Pelos
menos 7 dos 70 parlamentares que citaram "corrupção" na tribuna durante
a sessão da Câmara que autorizou a abertura de processo de impeachment contra
a presidente Dilma respondem a inquéritos ou ações penais no Supremo
Tribunal Federal, que miram em delitos graves como corrupção e
desperdício do dinheiro público.
Dos 42 nomes indicados para compor o colegiado que analisará a admissibilidade do processo de impeachment no Senado, cinco são investigados na “lava jato”.
O
Supremo Tribunal Federal tem inquéritos abertos em tramitação contra a
senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ),
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e Gladson de Lima Cameli (PP-AC). O
líder do governo, Humberto Costa (PT-PE), que é suplente, também é
apontado como suspeito de participação no esquema de corrupção na
Petrobras.