Dircêo
Torrecillas Ramos, ex-professor da Fundação Getulio Vargas, avalia que a
decisão dos ministros Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski de não assinar
a prisão do deputado João Paulo Cunha (PT), enquanto ocupam
interinamente a presidência do STF, contribui para personificar em
Barbosa as decisões.
—
Não posso dizer que essa foi a intenção deles, mas a impressão para o
povo, que não conhece normas e a Constituição, é que tudo foi decisão do
Joaquim Barbosa — afirmou ele.
Vieira avalia que Barbosa se personifica como único responsável pela prisão dos mensaleiros, após embate com os colegas: — Passa uma imagem muito rígida do ministro Joaquim Barbosa.(De O Globo)