O
Ministério de Integração Nacional iniciou em 18 de Outubro de 2010, a
construção de trinta e quatro Sistemas de Abastecimento de Água em
comunidades rurais do município de Sento Sé, com investimento total da
ordem de R$ 17.428.016,46, recursos estes alocados na Companhia de
Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba – Codevasf. Os
sistemas coletivos de abastecimento são estações
de tratamento e reservatórios elevados que possibilitam a distribuição
de água por meio de chafarizes, torneiras públicas ou pequenas redes de
distribuição em comunidades com concentração populacional entre 35 a 40
famílias.
O programa Água Para Todos tem como objetivo garantir o amplo acesso à água para as populações rurais dispersas e em situação de extrema pobreza, seja para o consumo próprio ou para a produção de alimentos e a criação de animais, possibilitando a geração de excedentes comercializáveis para a ampliação da renda familiar dos produtores rurais.
O programa Água Para Todos tem como objetivo garantir o amplo acesso à água para as populações rurais dispersas e em situação de extrema pobreza, seja para o consumo próprio ou para a produção de alimentos e a criação de animais, possibilitando a geração de excedentes comercializáveis para a ampliação da renda familiar dos produtores rurais.
A
previsão para conclusão das obras de instalação dos sistemas em Sento
Sé era de 360 dias, ou seja, seria concluído na primeira quinzena do mês
de Outubro de 2011. Estamos em Outubro de 2012, um ano após o prazo
previsto, e o que se vê no interior e sede do município de Sento Sé, são
equipamentos jogados ao chão e obras paralisadas em muitas comunidades.
Na comunidade de Capeado, distante 10 quilômetros da sede do município, segundo um morador, fazem oito meses que largaram o reservatório (caixa d’água) no chão e até a presente data nada foi feito. A mesma situação nas comunidades de Ponta d’água, Volta da Serra, Cajui, Itapera entre outras, conforme disse o educador Antonio Lima morador em Ponta D’água.
Na comunidade de Capeado, distante 10 quilômetros da sede do município, segundo um morador, fazem oito meses que largaram o reservatório (caixa d’água) no chão e até a presente data nada foi feito. A mesma situação nas comunidades de Ponta d’água, Volta da Serra, Cajui, Itapera entre outras, conforme disse o educador Antonio Lima morador em Ponta D’água.
Enquanto isso acontece, comunidades rurais inteiras sofrem com a falta do precioso liquido.
Por: Gabriel Filliph do sentosenoticias.com

