Pedro Lino (foto de cima, Solla de baixo) voltou a citar a auditoria feita em 11 hospitais estaduais administrados por Organizações Sociais que constatou “superlotação, falta de leitos hospitalares, prédios e equipamentos degradados, ausência de aparelhos e insumos, deficiência de médicos e enfermeiros, ausência de alvará da Vigilância Sanitária e inobservância das normas de higiene”, além do empréstimo contraído pelo Instituto Sócrates Guanaes, responsável por administrar o Hospital da Criança, em Feira de Santana (ver aqui, aqui, aqui, aqui, ainda aqui e também aqui). Devido a atrasos em repasses do governo, parte da verba destinada à Saúde foi usada para pagar juros. Em 2011, ele propôs que a secretaria fizesse um plano de ação para corrigir os problemas – que não foi aprovado pelo TCE. O secretário Jorge Solla respondeu às questões levantadas pela auditoria em entrevista a imprensa.

